Investment Score

Score institucional em 14 pilares

Cada pilar recebe nota de 0 a 10 e peso conforme materialidade para a decisão de investimento. A nota final é a média ponderada.

Score ponderado
5.5 / 10
Condicionado a reestruturação
Pilar mais forte
Localização
Nota 8.0
Pilar com maior espaço de melhoria
CAPEX
Nota 3.0
Pilares abaixo de 5,0
3
Exigem plano de mitigação

Notas por pilar

Nota, peso, justificativa e evidência numérica.

PilarNotaEscalaPesoJustificativaEvidência
Projeto7.5
7Programa bem dimensionado para midscale: 232 UHs, mix de 3 tipologias e 17.249,63 m² construídos (GFA oficial) com forte base de áreas geradoras de receita acessória.232 UHs · 17.249,63 m² · 80 vagas · 871 m² de eventos (600 pax)
Mercado7.0
8Sorocaba combina base industrial, universitária e a âncora do Cacau Park; demanda corporativa semanal e lazer de fim de semana são complementares.Ocupação estabilizada de 70% com break-even em 51,2%
Localização8.0
7Acesso à Castelo Branco a 950 m e três geradores de demanda em raio de 1,5 km; micro-localização é o ponto mais forte da tese.Cacau Park 1,2 km · Jockey 1,2 km · UFV Itu 1,0 km
Liquidez5.0
6Ativo hoteleiro em cidade secundária tem universo restrito de compradores institucionais; a Rota B (condo) melhora a liquidez ao custo de controle.Ticket de saída de R$ 221,2 mi em mercado secundário
Concorrência6.0
5Oferta midscale existente é pulverizada e antiga, mas a barreira de entrada é baixa: novo produto pode ser replicado em 36 meses.ADR base de R$ 609 a preços correntes
CAPEX3.0
10Principal fragilidade da tese. O custo por chave está acima da faixa midscale brasileira e comprime todo o spread de desenvolvimento.R$ 552.495 por chave · R$ 7.431/m²
Eficiência operacional8.0
8Margem EBITDA estabilizada dentro da referência USALI para midscale bem operado; estrutura de custos e reserva FF&E consistentes.Margem EBITDA de 29,6% · NOI de R$ 15,8 mi
Risco5.0
9Risco operacional controlado, mas risco de execução de CAPEX e dependência do Cacau Park são materiais; stress combinado derruba a TIR de forma relevante.Stress combinado: TIR do projeto de 0,0%
Governança6.5
6Modelo auditado com 20 testes de integridade e trilha de premissas; falta ainda contrato de gestão assinado, SPE constituída e política de distribuição formalizada.19/20 testes aprovados · APROVADO
Funding5.5
7Estrutura conservadora (LTC de 25%) por imposição do covenant de DSCR; alavancagem é negativa, já que o custo da dívida supera o yield on cost.LTC 25% · Kd 11,8% > YoC 12,3%
Valuation3.5
9Todos os quatro métodos de valuation convergem para valor de equity negativo no custo de capital atual — o ativo vale menos do que custa construir.EV (DCF + Exit Cap) de R$ -14,0 mi
Retorno3.5
10TIR do equity abaixo do custo de capital próprio; MOIC atrativo apenas por efeito de prazo (10 anos), não por criação de valor.TIR equity 11,3% vs Ke 14,9% · MOIC 2,81x
ESG5.5
4Projeto novo permite eficiência energética e hídrica desde a concepção, mas não há certificação (LEED/EDGE), matriz de emissões nem política social formalizada.Sem certificação contratada no escopo atual de CAPEX
Exit5.0
8Sete rotas de saída modeladas, com dispersão relevante de resultado; a saída para renda a cap comprimido é a única que se aproxima do custo de capital.Melhor rota: Refinanciamento (cash-out) · TIR 12,0%

Onde o projeto ganha

Três pilares de maior nota.

  • Localização · 8.0

    Acesso à Castelo Branco a 950 m e três geradores de demanda em raio de 1,5 km; micro-localização é o ponto mais forte da tese.

  • Eficiência operacional · 8.0

    Margem EBITDA estabilizada dentro da referência USALI para midscale bem operado; estrutura de custos e reserva FF&E consistentes.

  • Projeto · 7.5

    Programa bem dimensionado para midscale: 232 UHs, mix de 3 tipologias e 17.249,63 m² construídos (GFA oficial) com forte base de áreas geradoras de receita acessória.

Onde o projeto perde

Três pilares de menor nota.

  • CAPEX · 3.0

    Principal fragilidade da tese. O custo por chave está acima da faixa midscale brasileira e comprime todo o spread de desenvolvimento.

  • Retorno · 3.5

    TIR do equity abaixo do custo de capital próprio; MOIC atrativo apenas por efeito de prazo (10 anos), não por criação de valor.

  • Valuation · 3.5

    Todos os quatro métodos de valuation convergem para valor de equity negativo no custo de capital atual — o ativo vale menos do que custa construir.