Equity Story

Hotel padrão superior de 232 chaves ao lado do maior parque temático em construção no interior paulista

Investimento total

R$ 136.8 mi

Equity requerido

R$ 98.5 mi

NOI estabilizado

R$ 23.8 mi

Investment Score

5.5/10

Por que investir?

38,0%

Margem EBITDA estabilizada

Ativo operacionalmente saudável em micro-localização de exceção

NOI estabilizado de R$ 23.8 mi com margem EBITDA de 38,0% e break-even de ocupação em 38,7% — colchão de 34 p.p. sobre a ocupação estabilizada. A operação suporta choque severo de demanda sem entrar em prejuízo operacional.

Qual o diferencial?

26,9%

Receita não-hospedagem

Produto de receita múltipla, não apenas hospedagem

232 UHs em três tipologias somadas a 871 m² de eventos para 600 pax, rooftop, SPA, coworking, lojas e 115 vagas. As receitas não-hospedagem representam 26,9% da receita no ano estabilizado — mix que reduz sazonalidade e eleva o TRevPAR frente ao peer set padrão superior.

Por que agora?

36 meses

Implantação até a abertura

Janela de first mover antes do Cacau Park

O parque abre em dez/2027 com 3 milhões de visitantes/ano projetados a 1,2 km do terreno. Com 36 meses de obra a partir de 2026, o hotel inaugura já com a demanda formada. A decisão de CAPEX ainda está aberta — é a única janela em que o preço de entrada pode ser reestruturado.

Qual o potencial?

18,9%

TIR no cenário otimista

Plano de criação de valor com upside estrutural

No cenário otimista o projeto entrega TIR de 18,9% e NOI de R$ 31.0 mi. O plano de criação de valor mapeia oito alavancas — lideradas por value engineering de CAPEX e permuta do terreno — capazes de recolocar o retorno acima do WACC de 13,1%.

Qual o risco?

841 bps

Spread de desenvolvimento

Preço de entrada, não desempenho

O custo por chave de R$ 589 mil comprime o yield on cost a 17,4% contra cap rate de saída de 9,0% — spread de desenvolvimento de 841 bps. Os riscos operacionais são secundários; o risco material é de CAPEX e de curva de juros.

Qual o retorno?

4,42x

MOIC em 10 anos

MOIC atrativo, TIR ainda insuficiente

Equity requerido de R$ 98.5 mi, distribuições de R$ 435.0 mi e MOIC de 4,42x em 10 anos. A TIR do equity de 17,2% está abaixo do Ke de 14,9% — o retorno existe, mas não remunera o risco na estrutura atual de custo.

Qual o exit?

R$ 331.9 mi

Valor bruto de saída (caso base)

Sete rotas modeladas, decisão por janela de liquidez

Venda para FII, REIT, private equity ou operadora, além de sale & leaseback, refinanciamento e recapitalização. A melhor rota modelada é refinanciamento (cash-out), com TIR de 19,7% e MOIC de 3,85x. O valor de saída no caso base é de R$ 331.9 mi, ou R$ 1.4 mi por chave.